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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Internet: 87% dos brasileiros acessam redes sociais

Brasil está em décimo lugar entre as principais nações.
Um estudo feito em 27 países com 28 mil entrevistados mostra que o Brasil na décima posição entre as principais nações que mais acessam redes sociais. Os números da pesquisa, feita pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research, mostram que 87% dos brasileiros acessam algum tipo de rede social.

A lista dos países que mais acessam redes sociais é liderada pela Índia, com Sérvia, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia, Itália e Brasil na sequência. As redes mais usadas no Brasil, segundo a pesquisa, são Orkut, YouTube, MSN, Twitter, Facebook e LinkedIn.Diz o estudo do Ibope que 83% dos brasileiros acessam redes sociais por motivos pessoais e 33% para uso profissional. O uso mais comum nelas é ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar seu perfil (76%). A região Nordeste tem maior uso (90%) que a Sudeste (85% dos pesquisados), de acordo com a pesquisa.


Fonte: Terra/Tecnologia

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Geração Y não abandonará as redes sociais

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Matemáticos do MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, desenvolveram uma fórmula para prever o surgimento dos chamados congestionamentos fantasmas - engarrafamentos que surgem de uma hora para outra, sem motivo aparente, em vias com grande concentração de veículos.

A equação poderá ajudar na criação de projetos para desenvolvimento de vias com menor potencial de congestionamentos.

O modelo descreve como e por que os engarrafamentos são formados. A análise inclui fatores à primeira vista pouco importantes, como freadas súbitas ou a circulação de veículos muito próximos uns dos outros.

"As equações, semelhantes às usadas para descrever a mecânica de fluidos, levam em conta fatores como a velocidade de trânsito e densidade do tráfego para calcular as condições para formação e expansão de congestionamentos", diz Morris Flynn, o principal responsável pelo estudo.

Planejamento viário
O modelo não contribui para acabar com congestionamentos já formados. Nesse caso, os motoristas continuam sem ter o que fazer, afirma Flynn.
Mas a fórmula pode ajudar especialistas em planejamento viário na determinação de limites de velocidade adequados.
O estudo também pode contribuir para identificação de locais com maior densidade de veículos e maior risco de acidentes.

Às avessas
Para o desenvolvimento das equações, os cientistas do MIT se basearam, em parte, em um experimento conduzido por cientistas japoneses.
Na ocasião, motoristas foram instruídos a dirigir a 30 km/h e manter uma distância constante do carro da frente em uma via circular. Rapidamente, o trânsito sofreu problemas.
Quanto maior a densidade de veículos, mais rapidamente os congestionamentos se formavam.

Agora, os cientistas do MIT pretendem começar a estudar como outros aspectos contribuem para a formação de congestionamentos, como, por exemplo, a quantidade de pistas das vias.

BBC