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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável

Site do Deputado Federal Beto Albuquerque.



Temos que cuidar, acima de tudo, do lugar onde vivemos. Este tema exige esforços multilaterais. Beto está fazendo sua parte como deputado e como cidadão.Alguns temas têm sido discutidos mundialmente. Um dos mais importantes diz respeito ao futuro do nosso planeta e à forma como estamos cuidando do lugar em que vivemos.O desequilíbrio ambiental deixou de ser um assunto de cientistas e estudiosos e já ocupa boa parte das nossas conversas e está na mídia diariamente. O aumento da temperatura na Terra, por exemplo, já é uma realidade com a qual lidamos no dia a dia. Seu efeito é sentido em nossa rotina, nas mudanças climáticas, temporais, secas, estiagens, etc.

Ciente de que algumas ações se fazem urgentes, o deputado federal Beto Albuquerque vem debatendo o tema não apenas em nível nacional. Ele busca junto aos países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) e aos países da União Europeia (Alemanha e Bélgica, por exemplo) possíveis soluções e modelos que possam ser aplicados em nosso país

Energias renováveis
Beto defende que o Brasil tem que avançar nas energias limpas e diversificá-las. E o Rio Grande do sul vai junto. A modernização dos sistemas geradores de energia, dotados de alta tecnologia, deve se somar ao sistema utilizado hoje. O Brasil é uma potência bioenergética em construção, que dispõe de muitas alternativas para aumentar a sua produção. A superação de todos os obstáculos depende de um projeto viável, de inteligência estratégica, de maturidade, de um projeto de empresa agroindustrial e de um cenário econômico que incentive os investimentos produtivos no agronegócio brasileiro.

O biocombustível é uma importante fonte de energia renovável.Potencial substituto do diesel convencional, o biodisel precisa, ainda, corrigir alguns rumos para se tornar competitivo. É preciso investir em tecnologia e desenvolvimento para que a soja, a canola e trigo possam ser bem aproveitados como biocombustíveis. Além disso, é preciso incentivar os agricultores e o agronegócio, pois o crescimento da produtividade pode ser um indutor das agroindústrias, criando uma cadeia de valor adicionado ao agronegócio e à agricultura familiar brasileira.

Outra alternativa é a energia eólica, que já movimenta empresas e pesquisadores. As boas experiências de parques eólicos já em funcionamento no mundo e em nosso país comprovam a viabilidade desta forma de geração de energia, capaz de baratear custos e ampliar o número de pessoas beneficiadas pelo sistema. No Rio Grande do Sul temos o exemplo de Osório e Santana do Livramento, além de municípios da zona sul do Estado.

Reciclagem
Outro ponto importante é o lixo. A produção mundial de lixo cresce em níveis assustadores. No Brasil, a situação assusta: a maioria dos governos ignora o problema ambiental e social gerado por tudo aquilo que não no serve mais. A última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico apontou que cerca de 65% dos municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes têm lixões a céu aberto ou em áreas alagadas. Os números mostram uma realidade que exige mudanças e ações rápidas. Em todo o país, existem mais de 15 mil áreas contaminadas pelo lixo e mais de dois milhões de pessoas atingidas. A reciclagem é uma das melhores armas para combater esse problema.Reciclando o lixo, economizamos energia e poupamos recursos naturais. Ao mesmo tempo, milhares de famílias são recolocadas no mercado de trabalho. Mas o primeiro passo acontece em casa: a separação do lixo é fundamental.

É certo que precisamos evoluir, crescer e buscar sempre nos desenvolver. Mas, antes de tudo, precisamos pensar nas consequências que cada ato pode resultar. Temos que cuidar, acima de tudo, do lugar onde vivemos. Este tema é universal e exige esforços multilaterais. Beto está fazendo sua parte como deputado e como cidadão.

domingo, 15 de agosto de 2010

Carros darão volta ao mundo em 'corrida com emissão zero'.

Um grupo de engenheiros dará início nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo com veículos elétricos. A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha "emissão zero" de dióxido de carbono. Os engenheiros correrão em quatro equipes diferentes, com chegada e partida na cidade suíça de Genebra.

Em 80 dias de corrida, eles planejam dar a volta ao mundo, passando por Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e outras 150 cidades.Ao longo do percurso de 30 mil quilômetros, os participantes vão promover coletivas de imprensa e eventos de conscientização sobre o meio ambiente.

Compensação
O evento Zero Emissions Race foi idealizado pelo ambientalista e aventureiro suíço Louis Palmer, que em 2008 deu a volta ao mundo em um carro movido a energia solar. No projeto, batizado de SolarCar, Palmer percorreu 54 mil quilômetros durante 18 meses.

"Nós queremos mostrar que mobilidade elétrica e energias renováveis são uma solução para se ter uma vida ecologicamente equilibrada neste planeta", afirma Palmer.
Em novembro, os engenheiros passarão pela Cidade do México, onde será realizada uma conferência da ONU sobre mudanças climáticas.
Quatro equipes de países diferentes - Suíça, Coreia do Sul, Austrália e Alemanha - vão competir entre si.

Cada uma desenvolveu um carro elétrico diferente. Os carros serão abastecidos com energia elétrica ao longo do caminho, em cada uma das paradas.
Para reduzir as emissões a zero, cada equipe será responsável por gerar a mesma quantidade de energia elétrica consumida pelo veículo no seu próprio país usando apenas fontes renováveis, como energia solar, vento, ondas ou geotérmica. Essa energia é alimentada no sistema elétrico de cada um dos quatro países.
Um dos carros, o sul-coreano Yebbuyana, por exemplo, vai consumir 84,7 watts-hora por quilômetro. Para todo o percurso de 30 mil quilômetros, a equipe terá de gerar 2,54 megawatts-hora - que será produzido por painéis solares na região de Geon-nam, na Coreia do Sul.

Os carros, com lugar para dois passageiros no mínimo, precisam ter capacidade de percorrer no mínimo 250 quilômetros a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, antes de pararem para abastecimento.Por dia, cada carro precisa percorrer no mínimo 500 quilômetros.

A corrida será vencida não por quem chegar antes, mas sim pela equipe que conseguir percorrer o caminho gastando menos energia.


Fonte:G1 - Ciência e Tecnologia.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

7ª Conferência Municipal de Ciência e Tecnologia (2010) - Porto Alegre Inovando para o Futuro.

Por que uma conferência para discutir a Ciência e Tecnologia em Porto Alegre?
A 7ª Conferência Municipal de Ciência e Tecnologia – 7ª CMCT, surge da necessidade de enfrentar o desenvolvimento econômico e tecnológico de Porto Alegre, com base em pesquisas e planejamento de curto, médio e longo prazo, projetando as soluções numa visão de desenvolvimento, sustentabilidade para os próximos anos.

Desta forma a Prefeitura de Porto Alegre, por meio do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (COMCET), reune bi-anualmente pesquisadores, professores, dirigentes institucionais e comunidade em geral, das mais diferentes áreas do conhecimento para, em conjunto, definir os rumos e prioridades dos investimentos na área de C,T&I de nossa cidade.

A Conferência é um foro que se destina a avaliar, debater, propor e elaborar políticas e ações em Ciência, Tecnologia e Inovação, para o município de Porto Alegre, em âmbitos público e privado e a traçar respectivas diretrizes políticas de interesse do município, voltadas à esfera pública municipal, em cooperação com outras esferas públicas e setores privados, propondo prioridades de investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação no Município e os possíveis mecanismos de captação e utilização de recursos para a concretização das propostas.

A temática da 7ª CMCT é: Porto Alegre Inovando Para o Futuro, com Ações Inteligentes. Tem como ênfase os seguintes temas: 1. Meio Ambiente: Energias Renováveis e Saneamento Básico; 2. Políticas Públicas para Tecnologias Sociais e Inclusão Digital; 3.Tecnologias da Informação e Comunicação; 4. Saúde e Biotecnologia; 5. Pesquisa Aplicada de Tecnologia para Inovação 6.Fundos Setoriais.

Por que é importante participar?
A participação é fundamental para a conquista de políticas públicas. A Conferência de Ciência e Tecnologia tem sido um espaço para a população conhecer, interagir e discutir a prioridade para as políticas públicas de C&T. Participe e ajude a construir a cidade que você quer.

Avanços conquistados:
Ampliação da rede Telecentros; Formação e capacitação em Tecnologia da Informação; Qualificação Profissional; Disponibilização de acesso à internet, em espaços públicos, com tecnologia sem fio (wireless); Estudo e definição das Regiões de Potencial Tecnológico (REPOTs); Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental de Porto Alegre (PDDUA); Bilhetagem Eletrônica; Digitalização de documentos; Observatório dos índices sociais de Porto Alegre (ObservaPOA); Criação da Agência de Desenvolvimento Tecnológico para Porto Alegre – INOVA POA;

Programação:
30 de junho de 2010
19h – Sessão solene de abertura e prestação de contas do COMCET
01 de julho de 2010
8h – Credenciamento
9h às 12h – Inicio dos trabalhos, com a leitura do Regimento Interno da 7ª CMCT Municipal de Ciência e Tecnologia da cidade de Porto Alegre (RS)Apresentação (leitura) e aprovação das diretrizes de CT& I para Porto Alegre.
12h – Intervalo
13h às 16h – Reinício dos trabalhos (continuação leitura e aprovação das diretrizes de CT&I para Porto Alegre).
16h30min – Apresentação das entidades inscritas para a eleição, a fim de integrarem o Colegiado do COMCET17h – Eleição das entidades da sociedade civil que vão integrar o COMCET (Gestão 2010 / 2012)
18h30min – Encerramento das atividades